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sábado, 30 de julho de 2011
FRANCISCO PAULO FREIRE

SEBASTIÃO PAULO FERREIRA PINTO

CUSTÓDIO DANTAS DA SILVA
CUSTÓDIO DANTAS DA SILVA, Auditor Fiscal, natural de Apodi, nascido em 3 de maio de 1915 e falecido em 20 de dezembro de 1991, filho de Manoel Custódio Dantas (25/01/1875) e Raimunda Dantas da Silva (12/09/1895 – 17/03/1962), casado Francisca Diógenes Pinto, filha do coronel Francisco Ferreira Pinto e de Maria Salome Diógens Pinto. Custódio foi a primeira pessoa apodiense a enfrentar ao grupo político da aligarquia pinto, ao se candidatar-se ao cargo de prefeito no pleito eleitoral do dia 5 de janeiro de 1958, juntamente com seu companheiro de chapa, o senhor João de Deus Ferreira Pinto, enfrentando o seu próprio cunhado, o senhor João Ponto. O senhor Custódio conquistou 1090 votos, pela legenda da UDN, enquanto, seu cunhado, o vencedor, obteve 1.709 votos, pelo partido do PSD. João Custódio nas eleições de 1955 foi candidato a deputado estadual tendo sido eleito, porém, não tomou posse tudo porque os cartolas da política na época tomaram o seu mandato. Ele foi parabenizado pelo próprio juiz eleitoral pela sua vitória, já que o coeficiente eleitoral era de 5 mil votos e ele foi o candidato mais votada de sua coligação, mas para dar o mandato a outro candidato foi feito uma trama no sentido de aumentar o coeficiente para 5,500 votos, daí como a coligação de Custódio não havia conquistado esse número votos, o mandato foi para outra coligação. Decepcionado com a política e com os políticos, abandonou-os, dedicando apenas ao zelo e probidade de sua trajetória pessoal e familiar.
JOSUÉ SIZENANDO DE SENA

JOSÉ MARTINS DE VASCONCELOS
JOSÉ VANDILSON DIÓGENES PINTO
José Vandilson ingressou no serviço público no dia 22 de julho de 1965, na Secretaria da Fazenda, começando seu trabalho na cidade de Felipe Guerra, como Chefe de Agência, posteriormente foi transferido para a cidade de Areia Branca, na mesma função. Em 15 de agosto de 1978 foi nomeado para exercer o cargo de coletor estadual na extinta Coletoria Estadual de Apodi, permanecendo no cargo até 31 de dezembro de 1994, por ocasião da extinção desse importantíssimo órgão público na cidade de Apodi. Em 22 de maio de 1995 foi transferido para inatividade e atualmente reside na Rua Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Apodi. Ex-venerável da Loja Maçônica vale do Apodi (16/10/1982), em dois períodos: 1º PERÍODO DE 22/06/1999 A 22/06/2001 e2º PERÍODO DE 22/06/2003 A 22/06/2004
ANTONIO DE PÁDUA LEITE
Este memorável Apodiense nasceu a 13 de junho de 1913 (quinta-feira), na residência avós maternos Maria Antonia da Conceição, vulgo Purana Leite e Elias Francisco da Costa, vulgo Elias Mouco, imponente Casarão senhoria dotado de um Sótão, situado na 1ª. Esquina do “Quadro da Rua”, do lado nascente, rua que ã época era conhecida como sendo Rua da Matriz do lado Nascente – atual Rua São João Batista. Neste imóvel veio a funcionar, muitos anos após, o famoso “Bar Satélite” de propriedade do sr. Itamar Magno Maia, filho do industrial Inácio Gabriel Maia, que adquiriu dito imóvel por compra ã família de Antonio de Pádua Leite, popularmente conhecido como “Antonio de Luzia de Purana”.
Contam seus familiares, que ouviram o mesmo afirmar, reiteradas vezes, que desde os primórdios de sua juventude sentia como “uma espécie de atração pela a arte de Músico, em especial pelo aprendizado de instrumento musical de sopro.
Começou seu aprendizado no ano de 1944, aos 31 anos de idade, na Banda de Música do - CENTRO LÍTERO MUSICAL FRANCISCO PINTO- entidade criada no ano de 1937 pelo Cel. Lucas Pinto, a qual presidia. Após alguns anos de funcionamentos, a banda ficou inativa, ressurgindo em 1944, ano do ingresso do aprendiz de música o já senhor, Antonio de Pádua Leite. O novel músico teve como primeiro instrutor, o maestro da banda – o 3º Sargento Lourival Vieira, que veio de Natal a convite do então prefeito nomeado de Apody JOAQUIM TEIXEIRA DE MOURA, que administrou a cidade no período de 25 de março de 1944 a 26 de maio de 1945. Joaquim era também um major da Polícia Militar Estadual. Cotam alguns que usufruíram da amizade de Antonio de Pádua, que o instrumento musical de sopro denominado Trombone era o que ele tocava com mais desenvoltura e dedicação, sendo o de sua preferência, demonstrado paixão e técnica.
Em conseqüências de conflitos políticos, a banda teve seu funcionamento mais uma vez interrompido, paralisação que durou 22 anos. Em 1967 houve um novo alvorecer na sociedade apodiense de estimulo a filantropia e valorização do ser humano, com a criação da Fundação para o Desenvolvimento do Vale do Apodi - FUNDEVAP. Instituição idealizada e criada pelo abnegado Pe. Pedro Neefis,SCJ juntamente com alguns idealistas da sociedade apodiense. O longo período de paralisação da banda sobre caiu no excepcional músico, Antonio de Pádua Leite, certo desânimo, favorecendo assim, para sua desistência e, mais querer integrar o novo quadro de músicos coordenado pela FUNDEVAP.
Era um homem pacato e cordato, sereno e sem egocentrismo. Teve uma modesta honrada existência. Durante sua atuação na banda de música sempre demonstrou inquebrantável fidelidade e grande operosidade para com o exercício musical, fatores que sempre foram presentes em sua invulgar personalidade.
Casou-se com a senhorita DOROTÉIA PINTO DIÓGENES, filha do major Francisco Diógenes Paès Botão e a Sra. Antonia Zenóbia Pinto. Faleceu em Apody a 24 de fevereiro de 1986, aos 72 anos, 08 meses e 11 dias de idade. Era filho legítimo de Francisco das Chagas Barros, vulgo Chico Vitor e de Luzia Ferreira Leite, vulgo Luzia de Purana. Era neto paterno de Victor de Barros Solposto e de Ignácia Maria Morais.
Antonio de Pádua era primo legítimo de Luiz Vitor de Barros, vulgo Sinhô de Costa (os pais eram irmãos) pai da tabeliã aposentada Maria Romana Leite, popularmente conhecida como Maria de Abília.
O Seu honrado nome engrandece o quadro de Patronos da Academia apodiense de letras - AAPOL, como, patrono da cadeira 06, honradamente ocupada pelo desenvolto e inteligente Maestro FRANCISCO JANILSON DE CARVALHO, atual regente da Banda de Música Municipal, que leva seu Nome, ANTONIO DE PÁDUA LEITE.
Cortesia da Academia Apodiense de Letras - AAPOL
Ao Confrade Maestro Frâncisco Janilson de Carvalho.
Por,
Historiador e pesquisador Marcos Antonio Pinto.
Apodi(RN) 22 de setembro de 2006
Essa biografia foi cedida pelo maestro da Banda de Música Municipal de APODI, o conceituado músico FRANCISCO JANILSON DE
FRANCISCO JAILSON DE CARVALHO
GERSON LIOES
GERSON LOPES, natural de Apodi, nascido a 22 de dezembro de 1946 15/03/1984e morreu prematuramente em 30 de outubro de 1980, filho de Walter de Brito Guerra e Antonia Nair. Fez o curso primário no Grupo Escolar Ferreira Pinto em Apodi. Em seguida foi estudar no seminário Santa Terezinha, em Mossoró e Colégio Diocesano, também naquela cidade. Retornando a Apodi concluiu o curso ginasial na escola estadual Professor Antonio Dantas. Após a conclusão desse curso, foi para Natal, a fim de submeter-se a um aprendizado (CADES) sobre história, promovida pela Secretaria Estadual de Educação. Nomeado professor de História, licenciou vários Anos na Escola Estadual Professor Antonio Dantas, onde conquistou a admiração dos colegas e afetuosa estima dos alunos, em reconhecimento à sua capacidade como professor foi dado o seu nome a um novo estabelecimento de ensino, criado pelo Decreto nº 8.897, de 15 de março de 1984, sancionado pelo então Governador José Agripino Maia, que teve como primeiro diretor o professor Aldeci Bezerra Júnior
DIONIZIO COSME NETO
Quando DIONISIO DO APODI entrou para o curso de Ciências Sociais na UERN (Universidade do Estado do Rio Grande do Norte), ele estava na fase de descobrir o que queria ser na vida. Seu sonho de criança era ser jogador do São Paulo, mas à medida que foi crescendo, naturalmente surgiu novos horizontes: quis ser juiz de futebol, policial militar, médico... Muita coisa mesmo. Mas, foi lá na UERN que encontrou o teatro. Todas essas circunstâncias de querer ter sido tanta coisa propiciaram o ambiente favorável para que ele encontrasse no teatro, onde pode ser qualquer coisa, através dos personagens. No seu primeiro ano de faculdade se deparei com um cartaz que falava na reativação do Grupo de Teatro Universitário de Mossoró (Grutum) e divulgava umas oficinas para esse propósito. Então, se inscreveu e passou a fazer oficinas de teatro com Jorge Borges, que era o responsável por essa reativação do grupo. Ao final das oficinas, fiziam alguns experimentos para mostrar ao reitor, na época era Walter Fonseca, como uma forma de garantir o apoio da UERN ao grupo para o ano seguinte. Tirou umas férias, e quando voltou no outro ano, de quase trinta pessoas que haviam participado das oficinas, apenas ele estava lá. O professor mudou também. Já não era Jorge Borges, mas Elibete Rodrigues, recém-formada em Artes Cênicas em São Paulo, mas sem nenhuma experiência prática com o que estávamos querendo. Foi o casamento perfeito. Essa falta de experiência da gente, aliada ao apoio de Jocelito Góis, do Centro Cultural, a vinda de outras pessoas para o grupo e mais a vontade de Felipe Caetano, pró-reitor de Extensão, favoreceram ao trabalho que resgatou o Grutum e principalmente ajudaram a formar vários atores para os grupos da cidade. Com um tempo, passou a coordenar o grupo, e essa visão mais abrangente se fez ver que a arte que ele queria fazer precisava de menos burocracia. Então, saiu e formou, junto com outros amigos, O Pessoal do Tarará
FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE (17/10/1872)
ALVANI DE FREITAS DIAS
Mantinha em sua residência uma escola particular cujo objetivo principal era obter alguns sustento para sua família.
Educadora modesta exerceu o magistério por 26 anos como professora primária na Escola Estadual Ferreira Pinto que em suas aulas costumava introduzir a oração e a entoação de hinos, também disciplinava seus alunos para o espírito de patriotismo, ensinando-lhe o Hino Nacional que era entoado diariamente. Foi outra mulher que se destacou como professora abnegada. Seu nome ficará eternamente na memória do povo apodiense, primeiramente por um elevado número de bons alunos atuais e futuras gerações de estudantes, devido sua grande abnegação no magistério, e em segundo, por ser seu nome patrono da Escola Estadual e do CAIC de Apodi; como também de ser patrona da cadeira de nº 7 da Academia Apodiense de Letras, cujos confrade é seu irmão Alaires Dias de Freitas, o nosso velho conhecidíssimo Lalá.
SEBASTIANA MOREIRA DE LIMA
ALAIRIS DIAS DE FREITAS
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Quem sou eu

- Jota Maria
- SOU O STRR PMRN JOTA MARIA, NASCIDO NA CIDADE DE MOSSORÓ-RN.AQUI OS OESTANOS VÃO CONHECER A HISTÓRIA DOS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO . OESTE POTIGUAR. TENHO O MAIOR ORGULHO DE SER MOSSOROENSE E OESTANO DO RIO GRANDE DO NORTE. SOU SOU TORCEDOR DO BARAÚNAS, O MAIS QUERIDO DE MOSSORÓ E INTERIOR DO RIO GRANDE DO NORTE
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